“O Instituto Nossa Senhora da Vida quer permanecer na presença do Deus vivo e arder de zelo pela sua glória, ele ama o deserto e retorna a ele para encontrar Deus et beber nas fontes de águas vivas que ele faz jorrar, mas ele também o deixa para ser, no mundo, um testemunho do Deus vivo, para o revelar às almas e orientá-las para as profundezas da sua intimidade”. (Prólogo das Constituições)

A vida dos membrosleiga-consagrada

Assim como os membros do ramo sacerdotal e masculino, os membros femininos de Nossa Senhora da Vida, testemunham lá onde elas são enviadas da experiência de uma relação viva com Deus. Para este fim, elas recebem uma formação essencialmente espiritual durante dois anos em um centro de formação do Instituto, seja na França (Venasque) ou na Ásia (Filipinas). Essa formação tem por objetivo enraizá-las em uma experiência pessoal com Deus. A pedra angular da vida de um membro de Nossa Senhora da Vida consiste na oração diária,  na Eucaristia, na vida em presença de Deus e nos retornos regulares em uma casa de retiro. Durante esses retiros, os membros refazem suas forças no silêncio, no ritmo de uma vida regular marcada pela oração litúrgica das horas, por momentos de retiro pessoal, de leitura e de ensino. Os momentos de descontração e de partilha fraterna e a transmissão da tradição viva do Instituto, permitem estabelecer laços de comunhão entre pessoas de diferentes origens e gerações.

A fidelidade dos membros é mantida pelo contato regular com seus responsáveis e por períodos de formação adaptados  à maturidade de cada um.

Estes vários elementos constituem um pilar sólido e valioso sobre o qual o membro pode se apoiar no cotidiano.

Chamados à participar da fecundidade da Virgem Maria e à estender a sua maternidade espiritual, elas alimentam um grande amor por Maria, Mãe da Vida.

Membros de um instituto secular, elas respondem à sua vocação exercendo em vários meios, atividades profissionais variadas: ensino, administração, direito, indústria, saúde,…Elas trabalham sozinhas ou em  conjunto, especialmente na educação.

Através da sua vocação de batizadas e de consagradas, elas têm a preocupação da evangelização. De acordo com a suas possibilidades, elas se comprometem a servir a Igreja através da catequese, grupos de oração, movimentos de jovens, etc.

Os membros vivem sozinhos ou em pequenos grupos. Quando eles compartilham a mesma casa, seu estilo de vida é semelhante ao de uma família, deixando a cada um a  responsabilidade de encontrar o seu próprio ritmo para realizar as exigências de sua vocação.